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Quinta-feira, 31 de Dezembro de 2009
Tarefas cumpridas - Post especial para quem tem demasiados CDs e não sabe como resolver o problema.

Este post é, sobretudo, um link, para o Blog dele, mas há algumas notas prévias que gostava de deixar, antes de vos mandar para o sítio certo.

 

A casa onde vivo é grande mas tem, mesmo assim, espaço limitado. Os CDs que comprámos durante anos, ocupavam um espaço considerável, principalmente a colecção dele que é gigantesca. As várias estantes, para além de ocuparem imenso espaço, dificultavam bastante o acesso à música. Se tiverem 2.500 CDs e de repente quiserem ouvir uma coisa em particular e não tiverem um arquivo organizado, passam horas à procura do CD, chegam ao fim e perderam a vontade de olhar para CDs, quanto mais ouvir música.

 

Assim, um arquivo digital pareceu a melhor opção. Livrávamo-nos do lixo que compramos juntamente com os CDs (as caixas de plástico), e passávamos a conseguir encontrar o que queríamos com mais facilidade.

 

Esta tarefa foi iniciada em 2008, embora tenha sido interrompida e recomeçada algures no último trimestre de 2009 (qualquer coisa a ver com formatos mais recentes e mais fiáveis).

 

Quem procurar um tutorial sobre a coisa, podem seguir a nossa experiência e aproveitar os nossos erros (que os houve), e as nossas decisões espertas.

 

Os geeks ficarão bem servidos, na medida em que há por ali imensa coisa que eu não percebo, portanto devem ser técnicas.

 

Há tarefas que são reduzidas a um parágrafo, mas que demoraram MUITO tempo. Tirar 2.500 CDs das caixas e reciclar as caixas não só nos caleja as mãos como representa várias viagens até ao ecoponto, com sacos do lixo enormes e pesados. Penso que a Câmara Municipal aqui do sítio chegou a considerar instalar um ecoponto especial só para nós.

 

As nossas fotos não mentem, aquele é o ar com que ficamos depois de encodar 2.500 CDs, cuidado portanto, e não façam a coisa muito perto duma data importante, se quiserem ter bom aspecto.

 

Se forem como nós, a parte da conclusão é a mais difícil. Já temos os CDs todos em pastinhas, devidamente arrumados, mas a porcaria das estantes ainda estão nos corredores, vazias,  a ocupar espaço (alguém quer estantes de CDs?).

 

Mas pronto, é um bom tutorial. Para o ano por esta altura, espero estar a escrever um post com um tutorial que explica como pendurar quadros nas paredes, juntamente com outro sobre remodelações na cozinha, e afagamento de soalhos.

 

Have fun.



publicado por Jonasnuts às 10:55
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6 comentários:
De Filipe Marques a 31 de Dezembro de 2009 às 12:28
Percebo o motivo mas isso de deitar as caixas fora quase me fez soltar uma lágrima... Sacrilégio!


De Jonasnuts a 31 de Dezembro de 2009 às 12:31
As caixas.....só o plástico. Capas, contracapas e demais documentação, foi tudo preservado e arquivado juntamente com os CDs. E os CDs que vieram em caixas não standard, ficaram nas caixas, que essas não mandámos fora.


De Filipe Marques a 31 de Dezembro de 2009 às 12:36
Sim sim, já vi as imagens. Mas ainda assim... :p


Olha, e o que fizeram aos autocolantes que às vezes vêm colados directamente nas caixas? Ignoraram-nos? É que eu até aqueles que vêm com o plástico guardo... Sad but true. :D


De António Bento a 31 de Dezembro de 2009 às 15:42
Um encoding em AIFF (teóricamente mais fiel que qualquer algoritmo lossless e quase com o mesmo "peso") permite guardar cerca de 4000 CDs em cerca de 2 TB, que também já não são assim tão caros e raros. Pessoalmente optei pelo encoding em MP3 a 192kbps, porque o AAC não há maneira de se tornar standard, e porque para ouvir em iPods, no carro, e similares, chega e sobra. As minhas experiências a usar o Mac como fonte para a minha hi-fi não resultaram satisfatóriamente, nem em AIFF, que os DACs do Mac e a implementação dos circutos de saída não são tão bons como os da Meridian ou Mark Levinson. Assim, optei por manter os CDs com caixinhas e tudo...
A Meridian, a Krell, e outras marcas têm "servidores" que engolem os CDs, guardam em HD sem compressão, e têm a mesma soberba qualidade dos leitores deles. O problema é que os discos têm pouca capacidade, a maior parte das operações de catalogação é manual, e o preço dos aparelhos é, como o dos leitores, proibitivo (entre os 20000 e 50000 euros). Se souberem de alguma novidade menos onerosa nesse tipo de hardware digam, tá?
Um melómano agradecido.
P.S.
E para os filmes, sabem de alguma solução? Tenho mais DVDs que CDs e o espaço já é um problema, que as caixas ainda são maiores.
Abraço, e Feliz Ano Novo.
António Bento


De Jonasnuts a 31 de Dezembro de 2009 às 15:55
Os DVDs são a seguir, que já não temos espaço para mais caixas :)

Depois contamos :)


De siri a 1 de Janeiro de 2010 às 18:43
Que excelente dica! A qual irei este FDS colocá-la em prática (já vi pelo "poing" que há na fnac, por isso, tudo a postos.)
(como é que algo tão simples... sou mesmo daah)


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