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Jonasnuts

As tradições de Natal

Todas as famílias que eu conheço têm tradições próprias de Natal. Seja na cozinha à volta dos tachos, a preparar os doces, seja nas técnicas de acender a lareira, seja na montagem do presépio/árvore de Natal, nesta época, as famílias tendem a criar tradições dentro da tradição.

 

As tradições precisam de ser repetidas, para que se tornem dignas do nome Tradição. Quando duas famílias se juntam, é preciso que se faça um merge das tradições. Numa família em que um dos membros é especialmente esquisito no que toca à comida, é preciso cuidado, e tentativa e erro, nós por cá até já tivemos a lasagna de Natal. Quando se junta uma família que come cabrito com uma que come bacalhau, está o caldo entornado. Pior ainda quando se junta à festa mais um braço da família que elege o marisco.

 

Este ano, parece que não ia haver cabrito. Temos pena, mas apesar de ser quase a única a comer cabrito, não prescindo. Comprei meio cabrito e está ali na vinha de alhos. Por falar nisso, acho que tenho de lá meter umas folhitas de louro. Na volta ainda telefono à minha mãe.

 

Seja como for, estava aqui a tentar lembrar-me das minhas tradições de Natal, aquelas que quero transmitir ao meu filho, e uma coisa são as que se transmitem verbalmente, outra coisa são as que se transmitem pelos actos.

 

Assim, histórias de tradições familiares não lhe tenho contado muitas, mas nos actos, aí sim, as tradições de Natal passam de geração em geração, reforçadas.

 

Na minha família, para que o Natal seja Natal, a árvore monta-se aí dia 22 ou 23, e não há Natal de jeito se a 24 não for preciso comprar presentes. Oeiras Parque, amanhã de manhã. Lá estarei, eu e o meu filho.

 

Sim, porque as tradições são para manter.

(E para que a tradição seja mesmo, mesmo, mesmo apurada, a árvore desmonta-se lá pela Páscoa)

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