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Há quem defenda que não deve existir o direito ao casamento para pessoas do mesmo sexo. Casamento é entre pessoas de sexo diferente. Se duas pessoas do mesmo sexo querem casar, que se invente um novo modelo, que não se lhe chame casamento, que se chame outra coisa qualquer. Já ouvi até dizer que a lei não discrimina, apenas impõe limites (duh? discriminar é isso mesmo, impor limites).

 

Seja como for, para essas pessoas, se por acaso aqui vierem, e porque às vezes uma uma imagem vale mais do que mil palavras, na minha opinião a vossa proposta é esta:

 


 

 

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42 comentários

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De Pedro Leitão a 28.10.2009 às 11:39

Incorrecto. Até me daria ao trabalho de argumentar, mas sinceramente com tanta directa em cima vou mas é dormir.

Mas cuidado com as comparações.
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De jonasnuts a 28.10.2009 às 11:49

Então vai lá dormir e volta depois, que eu gosto de debater as coisas :)

Se não está correcta a minha analogia, explica-me lá porquê :)
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De Pedro Leitão a 28.10.2009 às 11:51

A homossexualidade é uma questão muito antiga. Na grécia antiga existia, e nunca se casaram em altura alguma. O casamento, por própria definição, pressupõe sexos diferentes. Se são iguais, é preciso nova definição, nova instituição que não o casamento no verdadeiro sentido do termo.

Um bebedouro é um bebedouro: serve para beber, não interessa quem. Dizer que é só para brancos, negros, papagaios, é convenção não universal e cultural e passageira. É diferente.
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De brk a 28.10.2009 às 12:56

Cada um faz lhe dá o significado que quiser, a definição não é absoluta muito menos és tu que a defines e a impões aos outros.

O casamento é o que tiver de ser. E a ser, tem que ser para todos.

E essa do bebedouro não faz sentido nenhum, ora repara como se aplica:

"Uma união entre duas pessoas é uma união entre duas pessoas: serve para as pessoas se unirem, não interessa quem. Dizer que é só para brancos, negros, papagaios, é convenção não universal e cultural e passageira. É IGUAL." Vês? Perfeito.

PS. O que é que interessa a grécia antiga mesmo? :)
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De Jorge Soares a 28.10.2009 às 14:40

E por acaso está escrito em algum lado que na Grécia antiga havia casamento?

Jorge Soares
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De jonasnuts a 28.10.2009 às 14:54

Mas quem é que fali em homossexualidade?


Eu cá só falei em casamento entre pessoas do mesmo sexo, não falei nem especifiquei qualquer orientação sexual.
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De pedrocs a 28.10.2009 às 11:41

O Casamento tradicional, com a noiva de branco, o bolo, as fitas, as valsas, as ligas, os ramos de flores é das coisas mais GAY que existem à face da terra!

É mais do que natural e compreensível que os gays desejem casar-se e idem para as lésbicas (afinal, são mulheres).

No fundo, os heteros desta vida querem estas tradições e celebrações só para si, porque secretamente adoooooram ter uma grande festarola abichanada na sua vida e não a querem partilhar com os homossexuais que, de certezinha absoluta, fariam muito melhor figura.
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De jonasnuts a 28.10.2009 às 11:48

ão sei se reparaste, mas eu não falei em gays...... falei em pessoas do mesmo sexo.

Quando te foste casar, perguntaram a tua orientação sexual? Não. Então porque é que isso interessa nuns casos e não interessa noutros? :)
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De pedrocs a 28.10.2009 às 15:53

Não me fodas com semântica.
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De jonasnuts a 28.10.2009 às 16:02

Não pretendo foder-te de maneira nenhuma :)
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De pedrocs a 29.10.2009 às 10:40

Awww man...
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De phantas a 09.01.2010 às 00:45

Já dizia o outro: no fundo, no fundo, toda a gente é um bocadinho bissexual... ;)
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De inesn a 28.10.2009 às 12:22

Bingo!

(excelente, jonas, excelente!)
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De Eu a 28.10.2009 às 17:59

E a poligamia, como e?

Casamentos com 31 intervenientes. E uma discriminacao nao poderem ser realizados.

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De jonasnuts a 28.10.2009 às 20:01

Por enquanto o debate centra-se à volta do casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Detectou-se na sociedade essa lacuna, face à quantidade de pessoas que querem contrair este casamento.

Não tenho problema nenhum em debater o casamento poligâmico, não acho é que seja justo debatê-lo em simulatâneo com o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
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De Eu a 28.10.2009 às 20:53

Nao e justo? Porque?!

Ambas sao restricoes arbitrarias que a sociedade impoe as pessoas.

Mais grave, julgo que a poligamia esta criminalizada o que torna o assunto aida mais grave.
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De Eu a 28.10.2009 às 20:58

Digo ja, toda a lei que venha sobre estas questoes que legalize o casamenta homossexual mas nao legalize a poligamia (de livre acordo entre todas as partes) vai contar com a minha oposicao. E nao estou a gozar nem a trolar.

Claro que os papagaios que justificam que "casamento e entre duas pessoas e ponto final" devem ganhar mas para papagaio nao sirvo.
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De jonasnuts a 28.10.2009 às 21:04

Como já disse atrás....... não tenho problema nenhum em que se debata o casamento entre mais do que uma pessoa.

Acho é um bocadinho oportunista que quem defende a legalização desse tipo de casamento não se tenha feito ouvir ao longo do tempo, e queira agora aproveitar a boleia do esforço feito por uma enorme comunidade de pessoas que defende há muito tempo, o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Acho que as coisas podem (e devem) ser feitas de forma faseada...... a verdade é que conheço muitos casais de pessoas com o mesmo sexo, mas não conheço nenhuma união poligâmica. Só isso já deveria ser um sinal de que socialmente, há a necessidade de incluir os segundos na actual legislação, não havendo ainda necessidade de incluir os primeiros.

Que se cheguem à frente, que se façam ouvir, que mostrem os seus argumentos, e logo se debate o tema.

Eu, pessoalmente, à primeira vista, entre maiores e de comum acordo de todas as partes, não vejo nada contra.
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De Manuel a 28.10.2009 às 23:00

"a verdade é que conheço muitos casais de pessoas com o mesmo sexo, mas não conheço nenhuma união poligâmica. Só isso já deveria ser um sinal de que socialmente, há a necessidade de incluir os segundos na actual legislação, não havendo ainda necessidade de incluir os primeiros.

Que se cheguem à frente, que se façam ouvir, que mostrem os seus argumentos, e logo se debate o tema."


Portanto se forem poucos que se lixem. Posso sempre argumentar que os 10% de homossexuais (estou a estimar por excesso) sao poucos e logo que se lixem. Discordo disto.

E assim, os direitos sao conceitos e devem existir indepeidentemente de existir alguem que os queira ou nao exercer.

A analogia obvia e a religiao A domina e e criminaliza-se a pratica de outras minoritarias. Vem uns bacanos e dizem "Nao, a nossa B tambem deve ser permitida", solucao natural (pelo seu raciocinio) legaliza-se A e B. Um dia mais tarde se vier uma C ou D logo se ve. Eu acho isto um absurdo e acho que a liberdade religiosa deve valer para todas, mesmo para aquelas que ainda nao existem. Por tudo isto acho o seu argumento completamente absurdo.
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De jonasnuts a 28.10.2009 às 23:07

Então vamos já começar a legislar a vida extra terrestre em Portugal, não vá dar-se o caso de, no futuro, eles aparecerem por aí.

Ou vamos começar já a legislar a pena para a utilização de armas phaser que, a julgar pelo Star Trek, também devem estar por aí a aparecer.

As Leis têm que acompanhar a evolução da sociedade, e não legislar a pensar no futuro que não se conhece.
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De Manuel a 28.10.2009 às 23:12

Entao deve ser contra a liberdade religiosa e apenas a favor para aquelas que ja existem. Quando aparecer outra logo se ve nao e?

Acho que isto nao faz qualquer sentido e a analogia com casamento e directa.
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De jonasnuts a 28.10.2009 às 23:23

Não foi isso que eu disse, e a liberdade religiosa existe em Portugal, e muito bem, qualquer pessoa pode ser da religião que muito bem entender.

O processo de legalização duma religião organizada é que é diferente e tem de obedecer a várias regras, e o processo de início duma religião, do ponto de vista oficial, está legislado.

Se a Cientologia quiser ser uma religião registada em Portugal, há processos previstos para que esse registo possa ser feito, cumpridas as regras.

Agora, não acho que devamos legislar coisas que não existem ainda, ou cuja expressão não permite perceber qual a duração e percurso.
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De Miguel a 28.10.2009 às 23:40

Vi agora que a Jonas já tinha respondido... mas pronto, disse basicamente o mesmo que eu. Se eu disser que criei uma religião (como fez o sr. da Cientologia já agora...lol) não é por isso que tenho todos os direitos que a lei me concede, da mesma forma se duas pessoas do mesmo sexo viverem juntas e disserem que são «casadas» não quer dizer que o sejam aos olhos da lei.
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De Miguel a 28.10.2009 às 23:36

Por acaso quanto à religião está completamente enganada. As religiões para terem direitos (por exemplo terem direito a dar assistência nos hospitais) têm que estar implementadas há mais de um certo tempo em Portugal, têm que provar que têm muitos fiéis, etc. As testemunhas de Jeová só este ano é que se tornaram uma religião aos olhos da lei....
Legislar para todas as situações possíveis havia de ser bonito... (para além de um exercício interessante de futurologia) a legislação faz-se conforme a evolução da sociedade.
E já agora já alguma polígamo exigiu o casamento a quem de direito (i.e., sem ser em comentários de blogues)?! Digam a sério, gostava de saber, é que eu nunca ouvi falar de tal em Portugal (nos EUA os Mormon tentam à décadas que isso aconteça)
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De Miguel a 28.10.2009 às 21:45

Até gostava de saber quantas pessoas é que conhece que pretendam ter um casamento poligâmico.... a poligamia não está criminalizada (podem viver 50 pessoas numa casa, fazerem o que quiserem, que desde que sejam adultos não há problema nenhum), o que é crime é manter um casamento com duas pessoas ao mesmo tempo, sem se divorciar primeiro de uma. E até duvido que hoje em dia, com o cruzamento de dados que há que alguém conseguisse efectuar o segundo casamento.
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De Manuel a 28.10.2009 às 23:08

"Até gostava de saber quantas pessoas é que conhece que pretendam ter um casamento poligâmico...."

Irrelevante.

"poligamia não está criminalizada (podem viver 50 pessoas numa casa, fazerem o que quiserem, que desde que sejam adultos não há problema nenhum"

Idem para os do mesmo sexo. Ninguem os proibe de viverem juntos. Para que entao o casamento?

A utilizacao deste argumento (analogo aos invocados contra os casamentos do mesmo sexo) faz-me sempre rir mas de tristeza.

"o que é crime é manter um casamento com duas pessoas ao mesmo tempo, sem se divorciar primeiro de uma. E até duvido que hoje em dia, com o cruzamento de dados que há que alguém conseguisse efectuar o segundo casamento."

Tao simples como envolver legislacoes de diversos paises...
Mas de novo, o facto e que esta criminalizado enquanto que se dois homens se conseguirem casar nao cometeram um crime.

O resto sao subterfugios.
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De jonasnuts a 28.10.2009 às 23:14

Não precisa de transcrever todo o comentário a que vai responder...... nos Blogs do SAPO, se clicar em "responder a comentário" a sua resposta aparece no sítio certo.

Eu percebo que queira ver o casamento poligâmico legalizado e permitido, não percebo é porque é que tem de ser em simultâneo com o casamento entre pessoas do mesmo sexo quando não há, claramente, o mesmo tipo de necessidades e exigências sociais face a esta temática.
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De MiguelS a 28.10.2009 às 23:45

Segundo o seu raciocínio rebuscado até podem cometer, basta serem casados com uma mulher em Portugal e depois irem casar com um homem ao estrangeiro e já estão então a cometer um crime.
E como já se discutiu ali mais para cima o número de pessoas é mais do que relevante dado que os legisladores não podem fazer leis a pensar em todos os casos possíveis, têm que ter em conta o bem de todos.
E o casamento é um bocado mais do que viverem juntos (e já agora eu dei esse exemplo só para provar que a poligamia em si não é crime, não foi para mais nada), senão então não valia a pena haver casamento, não acha?!
E se porventura os polígamos se querem casar têm que fazer por isso, como até agora não ouvi nenhum manifestar-se a esse respeito não são chamados para esta conversa.
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De phantas a 09.01.2010 às 00:58

Pois eu conheço muita (mas mesmo muita) gente poliamorosa e nao me recordo de ouvir alguma vez uma *unica* delas requerer o alargamento do casamento nesse sentido. Direitos legais e fiscais sim, casamento nao. Nao quer dizer que tambem nao celebrem as suas unioes. Mas se formos a ver o proprio texto de contracto do casamento nao condiz.
Posso estar a tirar conclusoes precipitadas mas parece-me que todas ou quase todas as pessoas que usam o argumento de casamentos com multiplos parceiros nao se identificam como poliamorosas nem nunca viveram relações verdadeiramente poliamorosas.
Justicas ou injustiças legais à parte, dá que pensar...
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De rafael a 28.10.2009 às 21:52

E porquê uma legislação particular? Sentem-se incomodados por haver duas pessoas do mesmo sexo 'casadas'?

Epá, penso que que cada pessoa deve viver a vida da forma que quer, se duas pessoas do mesmo sexo querem juntar trapinhos e casarem, que me interessa a mim que casem? Não perco, nem ganho nada com isso. E os meus direitos continuam iguais.

Sinceramente não vejo grandes argumentos a favor do casamento entre duas pessoas do mesmo sexo, mas também não vejo grandes argumentos contra ele. Sou a favor, mas isso sou só eu.
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De pedrocs a 29.10.2009 às 10:44

E se forem duas pessoas do mesmo sexo e irmãos?
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De jonasnuts a 29.10.2009 às 12:05

Incesto. Quanto mais não seja por motívos de saúde de eventuais filhos.....não é permitido.
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De Quiosque Virtual a 29.10.2009 às 00:38

Boa noite, eu gostaria que me esclarecessem uma coisinha.

Casamento entre pessoas do mesmo sexo não é o mesmo que homossexualidade?

Desculpem a minha ignorância uma vez mais.

Eu não compreendo o porquê de tanto alarido acerca da questão da legalização dos homossexuais, visto que é uma das formas das pessoas, independentemente de serem do mesmo sexo (homossexuais no meu ponto de vista), "celebrarem" o amor que nutrem entre elas. O preconceito tem que terminar.

Eu sei que sou muito chato, mas gostaria de saber qual a ligação entre o casamento poligâmico e o homossexual?

Mais uma vez peço desculpa pela minha ignorância.

Até breve
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De Miguel a 29.10.2009 às 02:24

Não necessariamente. O que se pretende é que duas pessoas do mesmo sexo possam casar, sejam elas homossexuais ou não, a sua orientação sexual não é para aqui chamada (ninguém pergunta a orientação sexual aquando do casamento), podem querer casar-se por dinheiro, por exemplo, e ninguém tem nada a ver com isso, desde que se casem de livre vontade.
Aliás, o casamento entre homossexuais já é permitido por lei, apenas esses homossexuais têm que casar com uma pessoa do sexo diferente (e o que não falta por aí é muito homem e mulher casados e que são homossexuais), não podem é casar-se com uma pessoa do mesmo sexo, seja ela hetero ou homossexual.
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De pedrocs a 29.10.2009 às 10:49

Desculpem lá, mas esta correcção política enjoa-me, daí o meu comentário original.

Sim, é verdade, o casamento é entre pessoas do mesmo sexo e a sexualidade não tem necessariamente que ser x ou y, mas é ou não é verdade que a esmagadora maioria dos homens e mulheres que se querem casar com pessoas do mesmo sexo desejam fazê-lo por razões afectivas e sexuais?

É quando estas conversas começam a dar voltinhas e rodeios que as coisas começam a ficar idiotas.
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De pedrocs a 29.10.2009 às 10:51

Ah e PS: eu sou totalmente a favor do casamento entre pessoas do mesmo sexo, bem como entre grupos de pessoas, se essas pessoas desejarem de facto recorrer a esse tipo de união.

E casamentos entre irmãos? Pais e filhos? Avós e primos?

Se calhar também... porque não?
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De Miguel a 29.10.2009 às 11:04

Eu também não tenho muitas dúvidas que praticamente 100% das pessoas do mesmo sexo que se pretendam casar neste momento seja por razões afectivas, mas acho que não é isso que está em causa, porque que eu saiba no casamento entre duas pessoas de sexo diferente nunca se perguntou se estes eram heterossexuais, pois não?! (pode-se perguntar depois em caso de divórcio, porque podia ser motivo de quebra de contrato nupcial quando ainda havia divórcio litigioso).
E por acaso para a «causa» do casamento homossexual até dava jeito que a lei dissesse assim «o casamento é entre duas pessoas de sexo diferente heterossexuais», porque isso assim já ia contra a Constituição (que proíbe a descriminação baseada na orientação sexual) e o Tribunal Constitucional podia «obrigar» a mudar a lei.
Ah, e o casamento entre primos (mesmo que direitos) é permitido...conheço vários casos (terras pequenas é no que dá.lol), mas não me parece que os resultados sejam brilhantes.
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De pedrocs a 29.10.2009 às 11:26

Entre primos, sim. E entre irmãos?
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De Miguel a 29.10.2009 às 11:34

Quem falou em irmãos foi você, eu só disse que entre primos era permitido. Entre irmãos suponho que seja proibido, mas não faço ideia porque a questão nunca me passou pela mente.
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De Quiosque Virtual a 29.10.2009 às 14:55

Visto desse ponto de vista tem toda a razão, mais uma vez peço desculpa pela minha ignorância, não tinha visto o assunto por esse ponto de vista.

Agradeço desde já o esclarecimento

Saudações
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De Miguel a 31.10.2009 às 01:49

Sobre a questão da poligamia o Daniel Oliveira deu uma resposta que achei interessante num post sobre o tema (http://arrastao.org/sem-categoria/e-pioritario-dizer-que-isto-nao-e-prioritario/):

«Sebastião, já pensou porque é proibida a poligamia? Não é seguramente por causa da tradição. Em muitos países muçulmanos (a maioria) foi proibida. Apenas por uma razão: porque ela tem representado (já reparou que é sempe um homem e várias mulheres e não o contrário) uma espécie de posse e não uma relação entre iguais. Podemos discutir isto e o debate até é interessante. Não tem é nada a ver com o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Tão livres como duas pessoas de sexo oposto. Não por acaso, a poligamia não é legal em nenhum país democrático e livre e o casamento entre pessoas do mesmo sexo só é legal em países democráticos e livres. Porque será? Acabaram então as comparações disparatadas?»
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De Miguel a 31.10.2009 às 01:51

Ahh, e também gostei muito deste (o 1.º parágrafo não é dele, é de outro leitor)

«“Mas porque a razão a escravatura foi abolida no Sec XIX e não no Sec XV ou XVI ? Porque apenas no Sec XIX houve uma opinião maioritária na população nesse sentido, o que não acontece não acontece ainda com o casamento gay. Logo a conclusão é a de que o casamento gay não deve ser legalizado.”

Ou seja, se a maioria das pessoas continuasse a ser a favor da escravatura seria absolutamente aceitável (e democrático) que ela continuasse a existir.
Uma estranha ideia de democracia. »

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