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Sunday Secret

por jonasnuts, em 13.09.09

Há um Blog que faz parte da minha lista de leituras por gosto (tenho também a lista de leituras por obrigação profissional). Chama-se Post Secret e faz um post por semana. É raro encontrar por lá coisas com que me identifique, mas gosto do conceito, e do grafismo, e de ver que há gente bem mais maluca que eu.

 

É raro, dizia eu, encontrar por lá coisas com que me identifique, mas hoje aconteceu.

 

 

Eu fiquei. Sempre. E não me arrependo, embora ainda hoje, passados tantos anos, me custe relembrar.

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8 comentários

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De Miguel a 13.09.2009 às 14:13

deve ser difícil. :(
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De Pedro Aniceto a 13.09.2009 às 14:38

Só tive de o fazer uma vez. Optei por ficar e nem era um cachorro ao qual estivesse muito ligado. Custou-me bastante e a memória permanece. Agora, na iminência de ter de o fazer de novo com um dos meus amigos dos últimos 15 anos decidi não voltar a fazer e deixar a natureza seguir o seu curso...
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De jonasnuts a 13.09.2009 às 15:42

A Natureza tem tanto de belo como de brutal. Se eu puder acabar com o sofrimento de um animal, acabo, e se for um animal meu, da família, fico lá até ao fim de tudo.

Porque é que julgas que, passados tantos anos desde a última vez, ainda não tenho animais? É (também) por causa disso.
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De inesn a 13.09.2009 às 14:48

eu tenho duas cadelas sãs, de 6 e 7 anos. por duas vezes a mais nova esteve quase a morrer...se um dia acontecer, eu quero ficar. não sei é se conseguirei :(
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De António Manuel Dias a 13.09.2009 às 15:36

Eu já tive de o fazer (http://maracuja.homeip.net/artigos/182), em conjunto com a minha companheira. Não sei se ele preferiu que ficássemos até ao fim, se teria preferido que não ou se isso não teve qualquer importância naqueles últimos momentos. Sei que para nós foi difícil, doloroso, mas que também era qualquer coisa que não poderíamos deixar de fazer, simplesmente porque não se abandonam os amigos. Sei que se for preciso o faremos novamente.

O difícil, como parece implicar o Pedro Aniceto no comentário acima, é optar entre a eutanásia ou a morte natural. Quando a nossa gata morreu de velhice, depois de algumas semanas em que a vimos a definhar lentamente, também nos custou bastante, ao ponto de nos perguntarmos se esse último sofrimento terá valido a pena.
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De jonasnuts a 13.09.2009 às 15:48

Nos casos em que tive de o fazer, só um foi decisão minha (nossa), e não foi uma decisão difícil. Quer dizer, foi difícil, mas não tive dúvidas. Entre deixar o Fellow (um cocker, já velhote) sofrer, ou submetê-lo a mais uma cirurgia da qual teria dificuldade em recuperar, com um cancro que fazia metástases à velocidade de um fósforo, e cheio de dores para as quais já não havia analgésicos que funcionassem......eutanásia.

E estou muito à vontade para dizer isto, porque acredito na eutanásia para nós, humanos (com a decisão a passar por quem vai optar por terminar a vida, obviamente).
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De Bino a 14.09.2009 às 11:11

Aqui há uns 10 anos, num dia de Verão, já à tardinha, tinha acabado de trabalhar e dirigia-me para o meu carro estacionado num terreno de terra batida. Passei junto a um gato vadio, ainda pequeno, completamente espalmado. Com toda a probabilidade tinha sido atropelado. Tão pequenino... fiquei com pena do pobre animal.
Entrei no carro e no momento em que ia arrancar vi-o mexer-se. Afinal, contra todas as minhas expectativas, não estava morto. Saí do carro e fui buscá-lo. Haveria de mudar-lhe o destino duma morte certa.
Sabes ? O gozo de roubar uma vida à morte.
Meti o pobre gato numa caixa de cartão que estava por ali no chão e fui a um veterinário.
Injecção para as dores, radiografia à coluna e ficou na clínica. Para registo o gato precisava dum nome: a caixa de cartão era duma conhecida antiga marca dum colorante (restaurador) capilar. O gato passou a chamar-se Olex.
No dia seguinte, vieram as piores notícias. O pequenote estava todo partido por dentro. Não fiquei para vê-lo ser abatido. Ainda hoje me lembro
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De Blondewithaphd a 14.09.2009 às 17:19

Grande murro agora! Dói que se farta pensar nisso que me espera daqui a uns meses que eu espero adiar para muitos meses e se fosse possível um ano... Dói, gaita!

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