A minha irmã choca-se com a minha visão do jornalismo em Portugal. Diz que é um posicionamento arrogante e presunçoso. Diz que não posso prescindir desse pilar da informação independente, dessa fonte inesgotável de factos e de verdades confirmadas. Sim, ela não só é mais nova como é menos cínica :)
Isto tudo porque eu lhe disse que não sigo a gripe (mexicana, suína, dos porcos, H1N1, há para todos os gostos) através da comunicação social. Faço-o através do site da Organização Mundial de Saúde.
Mas é a mesma mana que me envia links dos bons. Neste caso em específico, o de um artigo de um jornalista, no Canadian Journalism Project. Se eu tivesse a certeza de que todos os jornalistas a acompanhar o fenómeno H1N1 seguiam aqueles conselhos, eu era gaja para acompanhar a coisa através da comunicação social tradicional.
Até ver, continuo a preferir acompanhar por aqui.
De Ana Nogueira a 5 de Maio de 2009 às 22:39
Vais-te rir, mas esse link eu vi-o no Facebook de um jornalista, o José Manuel Fernandes. Vês? Os jornalistas podem dar-nos informação importante.
Olha para o que eu digo......
Eu acho que muitos jornalistas conhecem o código, e a ética e tudi e tudi e tudi, mas na hora da verdade, seja porque o editor altera, seja porque os critérios do jornal são outros..... a porca torce, muitas vezes, o rabo.
De
pedrocs a 6 de Maio de 2009 às 08:49
Nem era preciso dizer isto, mas há bons e maus profissionais em todos os campos.
Infelizmente, quando alguém é mau médico, é um escândalo, quando se é mau jornalista...
De
ACR a 6 de Maio de 2009 às 11:25
Por acaso é uma grande verdade. Infelizmente nota-se que a comunicação social cria um alarmismo (juntamente com as farmácias?) nas pessoas que muitas das vezes é desnecessário.
P.S - É suposto o Firefox não funcionar quando se faz um novo post no blog do sapo?
Comentar post