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Prazeres e desprazeres de ir ao cinema

por jonasnuts, em 13.06.05
Ok, os putos estão away, não há amarras que nos prendam, responsabilidades que nos chamem, refeições e horários que nos obriguem.

Let's live wild! Vamos ao cinema.

Depois de um "pequeno" percalço com as costas que me obrigou a estar mais calma (leia-se imobilizada) que o habitual, hoje (ontem) foi o grande momento em que pude ir ao cinema sem ser para ver um filme para crianças.

Sinceramente, já não me lembro qual foi o último filme de "crescidos" que fui ver, no entanto, Robots (2 vezes), Shrek 2 (1 vez e meia, a outra metade adormeci), Gang dos Tubarões e afins, nada escapou (o próximo já está marcado, é o Madagascar.

Hoje fui ver Star Wars, the revenge of the Sith. Se calhar convém dizer que eu sou do tipo picuinhas, não me toquem que me desafinam, no que toca ao cinema. Há filmes pipocas (os das crianças e alguns dos adultos) e há filmes que NÃO são de pipocas.

Um filme da saga Star Wars (cujo Episódio IV - A New Hope eu vi no cinema - sem ser reposição) é um filme de culto, logo, não é um filme pipoca.

Consegui entrar sem pipocas, no entanto, estava rodeada de pipocas, e não só. Atrás de mim um casal com uma filha teenager que, provavelmente por estar a levar uma seca, se divertia a mexer com o saquinho de plástico das gomas, uns olhares ostensivos resolveram mais ou menos a coisa.

Mais abaixo, à minha esquerda, estava um caramelo que mastigava de boca aberta, mas quando o filme começou a sério, ou se deixou levar pela história ou acabaram-se-lhe as pipocas, de qualquer forma a coisa resolveu-se também, agora.......ao meu lado estava um palerma, com o que presumo que fosse a namorada, e que devem ter ido parar ali por mero engano. Ela falava, alto e bom som, ao ouvido do namorado, mas o som chegava-me claramente aos ouvidos.

Ainda se dissesse qualquer coisa de jeito, ainda era como o outro, mas quando a ouvi dizer "será que o pequenino vai começar a lutar?" (referindo-se ao Master Yoda), saltou-me mesmo a tampa.

Desencostei-me do assento, cheguei-me para a frente, e olhei ostensivamente para ela e para o palhaço que a acompanhava (era palhaço porque não lhe deu um tabefe à menção da palavra "pequenino").

Não resolveu grande coisa, eram demasiado pimbas para perceberem o significado de um olhar ostensivo, além de que não foi o único que lhes lancei durante toda a sessão.

Mal por mal prefiro as criancinhas, sempre são mais honestas e verdadeiras, e provavelmente entenderiam muitíssimo melhor a dimensão do Master Yoda!

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1 comentário

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De Anónimo a 14.06.2005 às 11:57



eheheheh E é muito BEM!BuddhaT
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(mailto:me@here.now)

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