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Bricolage

por jonasnuts, em 12.11.09

Bricolage significa "conjunto de pequenas tarefas ou trabalhos manuais domésticos".

 

No entanto é, também, o nome de um gestor de conteúdos muitíssimo poderoso, profissionalíssimo, potentíssimo, e mais uns íssimos que queiram acrescentar.

 

Derivado de motivos profissionais, fui confrontada com a utilização deste tal do bricolage (há uma utilização prévia, há uns anos, mas por qualquer motivo, o meu cérebro bloqueou a experiência). Estava eu convencida que, sendo eu uma rapariga toda jeitosa com o bricolage lá de casa (faço tudo menos coisas relacionadas com canalizações e torneiras), me desenrascaria com este bricolage que agora me impingiram.

 

Estava convencida e estava enganada.

 

Que grande merda, que complicação, que consumo desnecessário de tempo, e de paciência, e de neurónios (que como se sabe, nas loiras, são poucos), que frustração.

 

Há mais alguém com o mesmo tipo de experiência, ou sou só eu?

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Amoreiras

por jonasnuts, em 10.11.09

Há qualquer coisa de nostálgico no centro comercial das amoreiras. Pelo menos para mim. É assim como o centro comercial alvalade, mas menos decrépito. As amoreiras foram o primeiro grande centro comercial de Lisboa. E parava por lá meio mundo.

 

E por meio mundo entenda-se todo o mundo. Hoje em dia conseguimos mais ou menos identificar o público típico dos vários centros comerciais, e até varia em função da hora, mas as coisas estão mais segmentadas. Antigamente não estavam, ia tudo para as amoreiras.

 

Nesse tempo, eu não tinha putos, a minha irmã também não, e a minha mãe tinha-nos a nós, que já éramos crescidinhas. Um dos nossos passatempos, precisamente nas amoreiras, era abancar naqueles assentos cá de baixo (não me lembro de os ver por lá, ainda), e olhar para as pessoas que passavam.

 

Se fosse só olhar, ainda é como o outro, mas a verdade é que dissecávamos as pessoas. Todas as pessoas. Publicitárias a trabalhar no ramo, segmentávamos quem ia passando, ridicularizávamos tudo. Desde o andar, aos penteados, aos acessórios, às companhias, às compras, as roupas, aos sapatos, ao ar, à ausência de ar..... éramos brutalmente cruéis. Ninguém escapava. O que nos ríamos juntas dava um espectáculos por si só (quem nunca me ouviu ter um ataque de riso, não percebe). Na volta foi por causa disto que tiraram de lá os canteiros com banquinhos. Muitas vezes tínhamos de vir embora, porque não aguentávamos com as dores de barriga de tanto rir.

 

Hoje, uns anos mais tarde, 3 filhos e meio depois, já não fazemos um programinha destes há muitos anos. E é pena.

 

Pensando bem, é capaz de ser um programa interessante para o meu aniversário.

Temos é de levar cadeiras.

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Technorati

por jonasnuts, em 08.11.09

É impressão minha, ou o Technorati passou-se?

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As leis que regulam esta coisa da Internet

por jonasnuts, em 08.11.09

Eu sempre achei que, salvo raras excepções, a lei geral servia perfeitamente para regular o online. Continuo a achar a mesma coisa.

 

Principalmente se o legislador não pesca um boi do online, e se está mais interessado em curvar-se perante os interesses instalados (ia chamar-lhes indústrias instaladas, mas não só estão a deixar de ser indústrias, como estão a deixar de estar confortavelmente instaladas).

 

Seja como for, e a quem possa interessar, o " Decreto-Lei n.º 7/2004, de 7 de Janeiro, No uso da autorização legislativa concedida pela Lei n.º 7/2003, de 9 de Maio, transpõe para a ordem jurídica nacional a Directiva n.º 2000/31/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 8 de Junho de 2000, relativa a certos aspectos legais dos serviços da sociedade de informação, em especial do comércio electrónico, no mercado interno (JusNet 4/2004)" está aqui para download.

 

Eu confesso que ando há algum tempo a tentar ler e perceber como é que funciona, e sempre que tento ver como é que aquilo se coloca em prática, perco-me. Eu não sou jurista, não domino aquela linguagem, pelo que a única forma que tenho de perceber estes Decreto-Lei é perceber como é que funcionaria irl, do ponto de vista mecânico. Normalmente consigo perceber. Neste caso não. Já criei institutos, e processos, e fluxos.....e as coisas empancam sempre, ou em pescadinhas de rabo na boca ou em megalomanias típicas de quem não percebe nada do funcionamento da Internet.

 

Faz-me lembrar ele, há quase 12 anos: Com certeza Sr. Ministro, verificaremos os ficheiros, um a um, na sua totalidade.

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Spam

por jonasnuts, em 07.11.09

Sou só eu, ou toda a gente desatou a receber spam, com uma mensagem de rodapé deste teor: "O presente mail não pode ser considerado SPAM. De acordo com a legislação internacional que regulamenta o correio electrónico, "o email não pode será ser considerado SPAM quando incluir uma forma do receptor ser removido da lista do emissor". Se pretender não receber mais estes emails devolva ao remetente com a palavra “REMOVER” no assunto."?

 

Ó seus palhaços.....não há legislação internacional a regular o correio electrónico.

 

Um mail é spam quando não é explicitamente solicitado pelo seu destinatário.

 

E não julguem que vou responder, com a palavra "remover", porque isso apenas serviria para validar o meu endereço de mail, de forma que este passaria a receber mais spam.

 

Aquilo que faço, é assinalar a vossa mensagem como spam, o meu filtro anti-spam trata de reter qualquer outra mensagem vossa.

 

O que é que acontece se, do mail de onde enviam o spam, quiserem enviar um mail importante? Pois....temos pena, fica na pastinha de spam.

 

Burros.

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Que irritantes mentes tacanhas....

por jonasnuts, em 06.11.09

José António Saraiva, aqui, escreve (entre muitas outras barbaridades):

 

"E uma das principais referências é a família, da qual o casamento é o acto fundador."

 

 

Que irritante, esta coisa de viverem há 2 séculos, e querem impor-nos o seu tacanho ponto de vista. Que limitados são. Que falta de respeito pelo conceito de família e pelo casamento, por acharem que família sem casamento não é família, e que casamento que não meta dois sexos opostos não é casamento. Que falta de fé, na família e no casamento.

 

Caro José António Saraiva, o casamento não é o acto fundador da família. Pode ter sido, em tempos, mas foi-o brevemente. Depois, a malta evoluiu. O senhor é que parece que continua a viver no século passado.

 

Eu sou solteira, e tenho uma família. E sim, a minha família inclui um filho, e não, não me casei.  E agora? A minha família é menos que a sua?

 

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