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por jonasnuts, em 20.12.08
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O Top do Twingly

por jonasnuts, em 18.12.08

Nunca gostei de Tops. Há sempre formas de falsificar os Tops, por mais que os seus promotores tentem artilhar tecnologicamente a coisa para ser imune aos chicos-espertos. São sempre falaciosos.

 

São, na maioria dos casos, meros representantes quantitativos. Os tops, pelo menos os que existem neste momento, não conseguem medir a qualidade. A não ser equiparando-a à quantidade e, como sabemos, nem sempre estas duas andam de mãos dadas.

 

Assim, o top do Twingly, bem como outros que por aí vejo, cheira-me mal. Estão por lá muitos Blogs interessantes, sim senhor. Mas estão lá alguns que não têm relevância, nem acessos, nem nada de especial que os faça sobressair, mas que estão lá, mesmo assim.

 

Querem nomes? Querem sangue? Fácil.

 

Este. Alguém me explica o que é que este Blog está ali a fazer? Mais, à frente dessa pérola Blogosférica que é o E deus Criou a Mulher?

 

Um top, onde está este Blog, mas falta a Rititi, a Bomba Inteligente, a Controversa Maresia, o Sushi Leblon, o Womenage a Trois, a Maria Lua, a Sissi, a Fátima, a Mãe Galinha, a Joana, isto para citar apenas alguns, não é um top de jeito.

 

Mais, os critérios não são claros. O blog que lá está anotado, é o jonasnuts.blogs.sapo.pt, endereço que é secundário, face ao jonasnuts.com. O último post que eles registaram foi um post de Maio. Como é que um Blog que de não é actualizado há mais de 6 meses está num top? Não percebo como é que chegaram aos blogs a que chegaram.

 

Gosto muito deste meu Blog, atenção, não menosprezo este espaço que, aos poucos, começou a dar-me algum gozo. Mas há tanta e tanta gente a escrever mais, melhor, mais relevante, mais interessante, que eu acho que este top só confirma a minha opinião de que os tops são como as sondagens, valem o que valem.

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A minha memória é curta

por jonasnuts, em 18.12.08

Pelo menos para algumas coisas. Há uns tempos, mais precisamente há 5 anos, mais coisa menos coisa. Decidimos ir à Disney com os miúdos todos. Voltámos vacinados, julgava eu. NUNCA mais, enquanto me lembrar, volto a viajar com putos, para um sítio onde não possa meter tudo dentro do carro e voltar atrás. De tal forma foi a coisa que nesse ano, nas férias, fomos passar férias a meia dúzia de km de casa.

 

Pois, passou relativamente depressa. Depois conto.

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Playing for change

por jonasnuts, em 18.12.08

Ele disse para eu ir ver. Eu fui. E gostei.

 

 

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Só quem tem putos é que percebe...

por jonasnuts, em 18.12.08

 

 

Via Complicadíssima Teia, que por sua vez já se tinha inspirado no Meninas e moças, cachopas e gaijas...e às vezes ele (grande nome, nos dois sentidos).

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Estudos de nomes para marcas

por jonasnuts, em 18.12.08

Sempre achei que qualquer marca, antes de ser lançada, devia estudar o significado do seu nome, mundialmente. Se mais pessoas achassem o mesmo, o Opel Ascona não teria tido esse nome, e a Super Bock perceberia que tinha, à partida garantidas dificuldades de penetração no mercado turco. Há quem pense (pensasse) como eu, por isso é que durante muitos anos, em Portugal, a Rexona foi Rexina. Com Rexina lava-se a vagina, já com Rexona, o que é que se lava?

 

Percebo que, mesmo mundialmente, ainda há quem não faça esses estudos. Só isso explica o nome deste novo serviço:

 

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Cartões de Natal

por jonasnuts, em 16.12.08

Nunca percebi muito bem a cena dos cartões de Natal. Escrevem-se uns votos nos cartões (ou compram-se cartões com votos já impressos que dá menos trabalho), assina-se, mete-se no correio e envia-se a um conjunto de pessoas.

 

Assim de repente há aqui uma série de conceitos que estão já ultrapassados, para mim. Comprar cartões, é pouco ecológico, enviar por correio tradicional quando não tenho o costume de usar esse meio, escrever votos em cartões, por atacado.

 

 

Parece que é porque dá mais trabalho do que enviar um mail, ou pegar no telefone e ligar. Receber um cartão de Natal por correio tradicional parece querer dizer "olha, estás a ver, que até tive esta trabalheira toda só para te dar as boas festas?". O que é palerma, porque na maior parte dos casos, pelo menos nas empresas, os emissores dos cartões limitam-se a assinar por atacado, e o pessoal menor faz o resto.

 

Mais, a maior parte das vezes o cartão chega com uma série de gatafunhos, cansados de se repetirem até à exaustão, e não se percebe nada, nem a mensagem nem que a assina.

 

Isto porque há pouco me pediram para assinar 10 cartões de Natal (assim, sem saber a quem estou a dar o autógrafo) e agora pedem-me as moradas. Ó senhores eu sei lá as moradas, sei os mails, sei os endereços dos blogs, em alguns casos até sei o número de telefone, mas, morada?

 

Enviarei um mail de boas festas às pessoas a quem quiser desejar boas festas. Telefonarei a quem quiser telefonar. Até posso desejar as boas festas por aqui. Mas não me apanham a enviar cartões de Natal.

 

 

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É votar, se fazem favor

por jonasnuts, em 15.12.08

Há um prémio qualquer de Tweets, para o melhor produtor de conteúdos curtinhos.

 

Já votei, e aqui fica o meu post de campanha.


Vota José Afonso Furtado

 

 

Quem tem Tweet, escreva isto:

 

@shortyawards I nominate @jafurtado for a Shorty Award in #news because he's the  best twitterer I know.

 

E agora o porquê. Eu, que nem sou de Tweets, e os pouco que sigo, é à distância (não é preciso ter lá o nosso avatar, para seguirmos um Tweet), voto de caras no José Afonso Furtado por uma razão que nada tem a ver com Tweets, nem com Blogs, mas com Homepages, mais concretamente, com o Terràvista.

 

Há mais de 10 anos, quando ainda não se sabia muito bem o que era a Internet, muito menos o que eram Homepages, fez-se o Terràvista, numa Iniciativa estranha do recém-criado Ministério da Cultura. O ministro era Manuel Maria Carrilho e o chefe de gabinete era José Afonso Furtado. A primeira tentativa da comunicação social de confrontar o Ministério com os perigos e riscos da Internet veio do Público. José Afonso Furtado chamou-me ao seu gabinete, colocou-me a questão que lhe tinham feito chegar, ouviu a minha resposta, agradeceu e, mais tarde, vi a resposta que tinha dado ao Público. Era a dele, e não diferia muito da minha no conteúdo, embora estivesse mais bem elaborada, mais assertiva, menos atabalhoada.

 

 

Fiquei-lhe muito grata por ter tido pedal para responder como deve ser, sem concessões, nem  paninhos quentes, nem rodriguinhos. O Público também se absteve de opinar (embora a forma como a pergunta estava colocada levasse a a crer o contrário). Correu bem.

 

Pouco tempo depois José Afonso Furtado sai do ministério.

 

Uns meses mais tardes, outro jornal, outro chefe de gabinete, e o resultado foi este:

 

 

 

 

Por isso, sempre que o José Afonso Furtado vá a votos (mesmo que não tenha mexido uma palha, e seja um candidato involuntário), eu voto. Mesmo que seja o festival da canção, ou o concurso de berlindes e guelras. Não me interessa. Se é para votar, e salvo ocasiões onde haja alguém da minha família a concorrer, eu voto José Afonso Furtado.

 

 

 

 

 

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Gargalhadas

por jonasnuts, em 14.12.08

O vídeo do Bush a desviar-se dos sapatos deixou-me com os olhos marejados de lágrimas de tanto rir. Independentemente da gravidade da coisa, e do que a originou, e da guerra, e dos mortos, e dos feridos, e de tanta coisa que ainda há por fazer, neste vídeo, o que eu vejo, é um caramelo a fazer tiro ao alvo, com sapatos, a outro caramelo que, curiosa (e lamentavelmente) se consegue desviar.

 

 

 

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Sair do país com menores

por jonasnuts, em 14.12.08

Desde há algum tempo que é mais difícil, ou, pelo mais burocrático, sair do país com menores. Há uns anos fui à Disney de Paris, levámos os putos e mais nada. Tive o cuidado de ligar antecipadamente para o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, para saber se era preciso alguma coisa, e a resposta foi rápida, é para a Disney de Paris? Tem bilhetes de ida e volta? Não há problema, não precisa de nada. No aeroporto nem olharam duas vezes (à saída), e toca a andar.

 

Já este ano fui outra vez à Disney com o puto, e telefonei outra vez, e agora já era preciso uma declaração, assinada pelo pai do menor, em como autorizava a saída. No prob. Arranja-se a declaração, e assina-se, e autentica-se a assinatura num notário. No aeroporto pediram de facto a declaração, e viram-na com atenção. Acho muito bem.

 

Agora.....descubro que isto não é assim para todos. Isto só é assim para quem é solteiro.

 

A minha irmã saiu do país com a minha sobrinha, sem que fosse necessário qualquer declaração do pai, a autorizar a saída. Porquê? Porque é casada. Não interessa se é casada com o pai da criança (como é o caso) ou com outra pessoa qualquer, através do bilhete de identidade só sabem que é casada, não sabem com quem. Mas saiu, sem problemas.

 

 

Acho muito bem que existam restrições legais e burocracias relacionadas com a saída de menores do país, não percebo é porque é que é uma restrição que apenas se aplica aos pais e mães solteiros. Se é casado é boa pessoa, se é solteiro quer raptar a criança?

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