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Auto-Refresh

por jonasnuts, em 20.06.08

Irritam-me os auto-refresh, na maioria dos casos.

 

Irritam-me quando são meras formas de incrementar artificialmente o número de pageviews, que é o que acontece na maioria dos casos.

 

Faz sentido que uma página que tem um ritmo de actualização muito alto (tipicamente uma página dinâmica, um site noticioso, etc.) tenha um auto-refresh de tempos a tempos (e mesmo assim, nada de auto-refresh de 10 em 10 segundos).

 

Mas já não faz qualquer sentido que um site (ou um Blog, que tecnicamente vai dar ao mesmo) ou qualquer página estática, tenha qualquer tipo de auto-refresh.

 

Bem sei que o número de pageviews é um dos dados que alguns (incautos) ainda se guiam para medir audiências, mas não só estes alguns estão em vias de extinção, como quem o faz está a descredibilizar-se. É sempre assim, as estratégias a curto prazo normalmente, funcionam mal a médio/longo prazo.

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Desde que o Público optou (e muito bem, na minha perspectiva) por ter um trackback dos Blogs que linkam para notícias deste jornal, muitos Blogs adoptaram a estratégia de linkar artigos do Público como forma de se auto promoverem.

 

Nada contra, desde que o post tenha a ver com o conteúdo da notícia é uma win, win, win situation. Ganha o Público em visibilidade, ganham os autores dos Blogs na mesma moeda, e ganham os leitores (de um e de outros) porque ficam mais bem informados.

 

O que eu gostava de saber é, do ponto de vista estatístico, em quanto é que esta estratégia fez subir os acessos a notícias do Público.

 

Tendo em conta que o Público é o melhor site de um jornal, em Portugal, e por isso mesmo se torna um market maker, seria interessante (e em alguns casos pedagógico e esclarecedor) se esses números fossem públicos, para ver se há outros players a abrirem os olhos para o potencial, e para o que têm a ganhar.

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Horário de Verão

por jonasnuts, em 19.06.08

A entrada em vigor do horário de Verão não acontece quando muda a hora.

 

Na realidade, e pelo menos para mim, a hora de Verão entra em vigor quando acabam as aulas do puto. Já não tenho de me levantar de madrugada para o pôr na escola a horas.

 

O meu horário de Verão começou ontem.

 

São quase 3 meses durante os quais os meus níveis de stress baixam substancialmente, e as minhas horas de sono disparam na proporção inversa.

 

Quase tão bom como os 4 meses de férias grandes que tínhamos há uns anos.

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nAmérica

por jonasnuts, em 19.06.08

Só  mesmo os americanos.

 

 

:)

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Bicicletas e avarias

por jonasnuts, em 18.06.08

O meu filho "herdou" uma bicicleta. Veio mesmo a tempo, que ele cresceu e a antiga já não lhe servia.

 

A nova, toda xpto, e mudanças e coiso e tal é excelente. Só havia um problema. Era cor de rosa.

 

Aparentemente, nestas idades, um rapaz ter seja o que for que se pareça mesmo que longinquamente com cor de rosa, não é uma opção.

 

Ok, pinta-se a bicicleta. Havia duas formas de pintar a bicicleta. Ou pegava num pincel e em tinta e toca de andar ali às voltas, ou desmontava a bicicleta para ficar só com o cor-de-rosa e em vez de pincel pegava numa latinha de tinta em spray e fazia-se a coisa como deve ser. Eu estava mais inclinada para a primeira opção, mas os especialistas disseram-me que para a coisa ficar bem feita, era de spray. Eu gosto de coisas bem feitas (pelo que devia ter pegado na bicicleta e colocá-la de imediato numa loja da especialidade).

 

Demorei uma semana a desmontar a bicicleta e à medida que a desmontava ia pensando para os meus botões que já sabia quem é que não conseguiria montar aquilo tudo de volta. Quer dizer, conseguir conseguiria, mas sobrar-me-iam peças de certeza absoluta.

 

Lá tratei de pintar a bicicleta com o spray, numa noite, num sítio sem luz (e com vento), e no outro dia de manhã toca de lhe dar uns retoques no (abundante) cor de rosa que ainda se via. Havia um dead line, pelo que me valeu a minha maninha, que me deu o contacto de uma loja/oficina onde me prometeram que conseguiam montar a bicicleta em tempo útil. Eu conseguiria, mas tratando-se da bicicleta onde o puto vai andar, achei que era mais seguro serem profissionais a tratar do assunto.

 

Ontem lá fui deixar a bicicleta, toda desmontada num saquinho do Ikea, e hoje fui lá buscá-la. Estava porreiríssima (sendo que para mim, para estar porreiríssima, bastava estar montada), os senhores foram impecáveis, e ainda disfarçaram umas reminiscências de cor-de-rosa que tinham escapado.

 

Mas o mau trabalho de pintura nota-se, não à distância, mas basta olhar com um bocadinho de atenção para ver excesso de tinta numas partes e falta dela noutros sítios. Na loja, olhei para a tinta e pensei, se calhar uns autocolantes ajudam a disfarçar isto, pelo menos por agora. O pessoal é impecável, e lá procuraram uns autocolantes, para ver se havia algum com o tamanho certo. Havia. Ofereceram-mo, e eu já estava a descolar a coisa, com a pressa de disfarçar a pintura, quando os meus olhos dão um pouco mais de atenção ao autocolante. Disse ao puto que se calhar aquele não era o melhor autocolante, olhei para o senhor e ri-me. Por uns momentos houve alguma perplexidade, mas depois compreendeu. E corou. E pediu desculpa, e atrapalhou-se.

 

Percebem porquê? :)

 

 

 

Recomendo vivamente aquela loja. São simpáticos, eficientes, baratos (pelo menos eu achei - €19 para montarem a bicicleta de um dia para o outro e ainda darem uns retoques na pintura), e têm ainda a parte cómica do atendimento. Chama-se Without Stress e fica ao pé daPraça do Município.

 

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Carneiradas

por jonasnuts, em 16.06.08

Gosto pouco de me sentir parte de um rebanho, nunca gostei de carneiradas. Aquelas coisas onde as pessoas se juntam, há dois ou três iluminados (autoproclamados, evidentemente) e o resto da população faz que sim com a cabeça.

 

É uma estratégia de ass-kissing muito conhecida. Em reuniões de largo espectro, quando um dos chefes fala, o ass kisser (ou ass licker, como já ouvi dizer), abana com a cabeça para cima e para baixo, como se fosse um daqueles cãezinhos que encontramos na cobertura do porta-bagagens. Divertem-me essas pessoas, e adoro vê-las a acenar nas reuniões.

 

Mas isto tudo para dizer que desde sempre me confundiram as carneiradas. Não pertenci a nenhuma juventude política, nem a nenhum movimento organizado. Colaborei pontualmente com alguns, mas sempre com um objectivo específico que uma vez atingido, terminava a colaboração.

 

E isto acontece por duas razões. Para já porque gosto de pensar pela minha cabeça, e em segundo lugar porque quando nos juntamos a uma carneirada com determinados objectivos, esses objectivos dificilmente serão comuns a todos. Há sempre quem lá esteja para tentar atingir objectivos muito diferentes dos do resto da carneirada.

 

Chamem-me desconfiada, mas não acredito em objectivos altruístas num grupo com mais de 5 pessoas. Principalmente se essas pessoas não são familiares.

 

Ah, mas todos os grupos estão cheios de sacaninhas? Não, mas normalmente bastam dois ou três para minar completamente a coisa.

 

É por isso que não gosto de carneiradas. Num rebanho, prefiro ser a tresmalhada. A ovelha negra, se preferirem.

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Spasibo - вы *

por jonasnuts, em 15.06.08

 

* Obrigada!

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Um bom dia para os Blogs

por jonasnuts, em 13.06.08

A Irlanda disse não, e o Yahoo! atirou-se para os braços do Google.

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Lá fora, não há crise.

por jonasnuts, em 11.06.08

Tenho 3 litros de gasolina no depósito do meu Smart (que não leva muito mais que isso, diga-se).

Esta manhã tinha 5 litros, e as bichas nas bombas eram de tal maneira, que ou abastecia, ou ia trabalhar.

 

Optei por ir trabalhar, eu sei que não está na moda, mas eu sou assim, uma conservadora, uma tradicionalista. No regresso a casa, as bombas estavam sem gasolina. Nada. Nem uma gota. Nem o depósito me permite andar à procura de um sítio onde ainda talvez, se calhar, quem sabe, haja gasolina.

 

Não sei como é que levo o puto à escola, amanhã, e não sei como é que vou trabalhar. Logo se vê.

 

Mas lá fora, celebrando a vitória de Portugal sobre a República Checa, os carros passam, aceleram, apitam. Não sei, se calhar decidiram diferente de mim, e não foram trabalhar, meteram-se na bicha, e abasteceram para poderem agora estar a festejar.

 

Portanto, não trabalha quem teve de ir para a bicha, não trabalha quem era suposto levar a gasolina para os postos de abastecimento, não trabalham os agentes da lei que deveriam impedir o corte das vias, os políticos, os que deveriam agir para que a paralisação não afectassem quem os elegeu, e os da oposição que deveriam no mínimo, ter um discurso que os afirmasse como alternativa aos que lá estão.

 

Estou a pensar numa forma fina e polida de dizer a coisa, mas não me ocorre.

 

E se fossem todos para a puta que vos pariu?

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O Scolari conseguiu

por jonasnuts, em 11.06.08

 Sempre que aparece o Quaresma, são estas as primeiras palavras que me vêm à cabeça:

 

O minino.

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