Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]





subscrever feeds


Arquivo



Serviço público - Telemarketing

por jonasnuts, em 09.07.07
Gostava de ser o Tom Mabe, e tendo em conta a cada vez maior agressividade do telemarketing (especialmente os da TV Cabo) estou tentada.....estou mesmo tentada :)

Autoria e outros dados (tags, etc)

Mini - 7ª Maravilha

por jonasnuts, em 08.07.07
Não acompanhei de perto a história da eleição das novas sétimas maravilhas, mas fiquei surpreendida quando vi os resultados finais. Embora algumas das escolhas me parecessem óbvias (grande muralha da China, por exemplo), vi que uma das "maravilhas" eleitas tinha sido o Cristo Redentor, do Rio de Janeiro, Brasil.

Ora bem.... eu já estive no Cristo Redentor, e é giro, porque é grande, mas, penso que o critério do tamanho não se deveria aplicar, afinal de contas, aquilo é só um bocado de betão, montado num sítio que tem a particularidade de ser extraordinário. Desde quando é que o Cristo Redentor pode estar na mesma liga que a Grande Muralha da China?

Não tenho nada contra o Cristo Redentor, nem contra o Brasil, nem contra o Rio de Janeiro (bom, contra o Rio até tenho, mas não é relevante para este post), mas cheira-me que aqui, o que contou, foi o número de telefonemas que os brasucas fizeram.

Nessa perspectiva, eu acho que o nosso Cristo Rei pode ser considerado uma mini 7ª maravilha. Senão vejamos.....também é Cristo, e também é Redentor, também foi feito para cumprir uma promessa, também é em betão, também tem uma vista gloriosa e também é uma atracção turística.

Quando é que são votadas as mini sétimas maravilhas? Temos assegurado um lugar no pódio.


(A UNESCO não se associou a esta eleição, alegando que os critérios não eram científicos, pronto, nem tudo está perdido).



(Foto do Cristo Rei, Almada, de Oma K)

Autoria e outros dados (tags, etc)

Crocs - O marketing dos pés

por jonasnuts, em 08.07.07

crocs.jpg

 


Isto que estão a ver aqui em cima são umas Crocs. Há vários modelos, mas todos se resumem ao mesmo. Um bloco de borracha/plástico, altamente colorido, confortável (dizem), em tamanhos de adulto e criança, e made in china.

Ora isto faz-me lembrar aquelas sapatas que a minha avó usava por causa dos calos, e que só se vendiam na farmácia, e só havia em preto e azul escuro.

São de plástico/borracha, são made in china, portanto são baratuchas, certo? Errado. Pelo menos em Portugal. Se forem de criança custam €30, se forem de adulto custam €40.

8 contos (desculpem lá, mas eu refiro-me a exorbitâncias ainda no dinheiro antigo). 8 contos por um bocado de borracha/plástico, ao qual fizeram uns buracos e ao qual juntaram doses generosas de corante. Um roubo. Mas piora. Para além das crocs propriamente ditas, há todo um esquema para encarecer ainda mais a brincadeira, que são os pins. Umas coisas de plástico que se põem e tiram, e que podem ser flores, ou corações, ou piratas das caraíbas e que ajudam a personalizar a croc. Cada pin custa €3 (600 paus, mais coisa menos coisa). Isto é um roubo, mas as crocs estão esgotadíssimas e a fábrica tem dificuldade em repor stock. Parece que a crise só se faz sentir dos tornozelos para cima (a julgar pela pouca de quantidade de tecido usado para cobrir o resto do corpo).

É uma estratégia de marketing absolutamente escandalosa e eficaz, as coisas vendem-se que nem pãezinhos quentes. É assim o mundo de hoje em dia, as pessoas embarcam nestes esquemas. Palermas.

P.S.: As minhas estão encomendadas, são iguaizinhas às da foto, e já tenho os pins. Cá em casa também (quase) toda a gente já tem :)

Autoria e outros dados (tags, etc)

Um anúncio de imprensa muito web 2.0

por jonasnuts, em 06.07.07
Só é pena o nome do produto, para ser completamente na mouche, teria de se chamar Ajax, mas Brilux também não é mau.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Excesso de velocidade

por jonasnuts, em 05.07.07
Estão a ver os anúncios a instituições de crédito?

Especialmente os que falam de produtos específicos, são legalmente obrigados a disponibilizar informação acerca das condições reais do produto/serviço.

Ora, seja num spot de televisão seja num spot de rádio, a estratégia das agências (e dos clientes) parece ser semelhante, e o raciocínio aparenta ser o seguinte:

"ora nós somos obrigados a colocar ali informação que não nos interessa divulgar, como é que fazemos para cumprir a lei, mas mesmo assim não divulgar a mensagem?"

E fazem todos o mesmo, aceleram. Aceleram na velocidade a que passam as letras no rodapé do ecrã de televisão, e aceleram no ritmo a que o texto é dito, no spot de rádio.

Já na imprensa, o que fazem é diminuir a fonte até esta adquirir proporções mais ou menos microscópicas.

A minha pergunta é, para quando um Decreto-Lei*  que crie a Brigada de Trânsito dos textos obrigatórios?

Se é suposto que o consumidor final tome conhecimento de determinadas questões, colocar o texto a uma velocidade que inviabiliza a sua leitura é transgredir a lei.

O mesmo para os spots de rádio que são ditos depressa e depois, em cima disso, ainda são acelerados, para além de se cortarem as pequenas pausas entre palavras.

Cadê as multas?
Eu se andar acima da velocidade máxima permitida, sou multada e inibida de conduzir, estes senhores deviam ser multados, e inibidos de publicitarem, e as agências também deviam levar por conta.

*Esta do "para quando um Decreto Lei" não é minha, é do Marco Horácio ou do Eduardo Madeira, que têm os caixilhos e laminados nas manhãs da comercial, com que o meu puto se escangalha a rir, apesar de não apanhar 90% das piadas.  Sem link, porque os senhores não têm Blog, que eu saiba.

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

O título do post parece não ter nada a ver com nada, certo?

Errado.

Já falei noutros posts que tenho dificuldades em ir ao cinema, porque......bom, porque mais gente vai ao cinema, e os outros que vão ao cinema não se comportam de forma cívica e educada.

Mas pronto, com os putos, é preciso. E mesmo assim os putos não se portam tão mal como isso. Ontem à noite fomos ver o Shrek 3. Versão portuguesa. Esperar-se-ia que, sendo a versão portuguesa, estivesse cheio de putos, e estava, mas não só.

Com a "sorte" que eu tenho, fiquei sentada ao lado de 2 meninas e um menino. Crescidos. Estranhei que estivessem na sessão da versão portuguesa e não na sessão da versão original, mas ok gostos não se discutem (lamentam-se).

Pois é, os meninos passaram o tempo todo a falar, a enviar mensagens de SMS e, depois do intervalo (do qual chegaram atrasados) tiveram o desplante de atender o telefone.

Mas esta gente não se enxerga? Ninguém lhes ensinou, como eu ensino aos putos que estão comigo, que não devem incomodar o resto das pessoas?

E o que é que isto tem a ver com os morangos com açúcar e com a Inês Jindrich? Fácil, a dita cuja era uma das meninas (eu estava acompanhada por alguém que é especialista em Morangos com Açúcar).

Deve julgar que tem privilégios especiais. Sendo uma "actriz", podia mostrar mais respeito quer pelo público, quer pelo trabalho de outros actores.

Foi ontem, na sessão das 21h10 do Shrek, no Oeiras Parque.

Autoria e outros dados (tags, etc)


Pág. 3/3





subscrever feeds


Arquivo