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Jonasnuts

Switcher (take 2)

Desde o dia 1 de Março que mudei para Mac.
Tenho (?) um MacBook.

Não é a primeira vez que tenho um Mac. Já há uns anos, quando trabalhava em publicidade, usei um Mac. E aqui em casa, há 2 MacBooks, um iMac, 1 Mac Mini, e um MacBook Pro.

A mudança foi pacífica, e a minha marmita tem-se portado bem.
Quer dizer, mais ou menos.

A bateria pifou, é como se não existisse, o computador nem sequer a reconhece, portanto, autonomia 0. Isto aconteceu faz hoje 1 semana.

Aparentemente, o número de série da bateria não está entre os números de série das baterias que têm assumidamente problemas, pelo que parece que vai demorar muito tempo a trocar. E vamos ver se não tem de ir o computador todo para a assistência.
Esperava melhor, da assistência Mac.


Mas há mais.

O famoso blue screen, do windows? Já me apareceram dois, na versão cinza de Mac.

Pronto, a mensagem de erro é mais bonitinha, mas igualmente categórica. Restart, now. E não me venham com tretas de que deve ser o software que eu tenho instalado, que não instalei nada que não estivesse já instalado e a funcionar perfeitamente.

Sony Ericsson

Tenho um Sony Ericsson K800i.
Não se animem, não fui eu que o comprei, foi ele que mo ofereceu (os meus telemóveis e restantes gadgets têm sido quase da sua inteira responsabilidade).

Uma vez que estou de portátil novo (sou uma switcher, remember?), liguei o telemóvel ao Macbook, e fez tudo direitinho, sem ser preciso instalar absolutamente nada. O único problema tem a ver com o carregamento. O telemóvel não carrega. Faz que está a carregar (o nível de energia vai "enchendo"), mas quando desligo o cabo, o nível de bateria volta exactamente ao mesmo nível que estava inicialmente.

Lembro-me que logo ao princípio tive exactamente o mesmo problema, e até pensei que era um problema do telemóvel ou do PC, mas a coisa resolveu-se, depois de instalar os drivers. Obviamente já não tenho os drivers. Vou ao site, ver se encontro alguma coisa, e não encontrei. Ok, ligo para o Apoio a Cliente.

Atende-me um Sr. João Valadares que insistia que eu não tinha que instalar nada, e que se o telemóvel não carregava, era provavelmente um problema da bateria.

Tentei explicar-me 3 vezes. Não me ouviu (ou não me percebeu).

E depois diz-me:
"A senhora não está a perceber".
Nesta altura do campeonato, a minha paciência já estava nos limites, e o tom não era cordato, o senhor estava a usar um tom entre o condescendente e o irritado. Porra, eu já fiz apoio a cliente, eu sei como é que se faz. Repetir a mesma mensagem 3 vezes não funciona. se achamos que a pessoa do outro lado não nos está a perceber, tentamos outras vias. Nunca se diz "não está a perceber o que eu estou a dizer".

Referi que o tom em que estava a falar comigo não era aceitável e que a informação que me estava a prestar não estava a ser útil.

A resposta?: "Olhe então ligue para outro centro de atendimento, porque aqui, está é a única informação que lhe vamos dar".

Pedi para passar à supervisão, e recusou-se.

Já foi a cartinha para a Sony Ericsson Portugal, e segue dentro de momentos uma para a sede.

Sou só eu que tenho azar com a Sony Ericsson?

Smart - Dia 1

Pois é, finalmente fui buscar o Smart.

Os atrasos com a matrícula não foram, afinal de contas, da responsabilidade da DGV que, segundo me disseram, responde no próprio dia, o mais tardar, no dia seguinte. Parece que os senhores da Mercedes é que gostam de ter por lá os papeis a descansar.

Primeiras impressões, pronto, é giro e é funny. O ponto de embraiagem é fabuloso, anda pouco, gasta pouco, e faz muitos barulhinhos. Ouve-se tudo o que se passa lá fora, mesmo com as janelas fechadas, e foi para estes carros que se inventaram os DVDs portáteis, uma pessoa precisa de se manter ocupada, enquanto vai na auto-estrada a 80Km/h. É estranho olhar para o lado e ver o puto ali sentado.

Os meus carros anteriores foram, por ordem de entrada em cena, um Renault 5C (sem travões, e foi neste carro que eu aprendi a reduzir, não foi na instrução), um Renault 5 TL, um Clio (o primeiro Clio, bela cagada), um Twingo (óptimo carro, só precisava de um bocadinho mais de potência), um Mégane Scenic, um Volkswagen Touran. Depois, por afinidade, conduzi com muita frequência um Audi A3 2.0 TDI Sport (grande carro), e, ultimamente, um Audi A3 SportBack (dos novos já com 170 cavalos). Também por afinidade tenho à disposição um Audi TT (também dos novos), que já conduzi, mas que não conto voltar a conduzir tão cedo.


Tendo em conta os últimos termos de comparação, tenho de encontrar outra forma de estar e de apreciar a condução.

O "meu" carro favorito da lista ali de cima? O Audi A3 2.0 TDI Sport, logo seguido do Twingo :)

Sagres Bohemia

Há muito tempo que não escrevia um post sobre anúncios idiotas, uma temática que me fascina, e que tenho abandonado neste Blog.
 
Está na hora de retomar a tradição.
 
Já viram certamente aquele spot de televisão em que o Represas pára de cantar sempre que alguém leva um copo de Bohemia à boca.
 
Não percebo o conceito.
 
A não ser que a campanha faça parte de um movimento para calar o Represas.
 
Aí já percebo. E até apoio.
 
 

Procurador Geral da República - Blogs

 

Acho piada que o Procurador Geral da República, diga que "os  Blogs é uma vergonha...tem que ter um mínimo de dignidade, e eu não estou para me maçar".

Na mesma intervenção, refere que não gosta de se meter em assuntos que desconhece.

Tendo em conta que, só nos Blogs do SAPO há mais de 100.000 Blogs registados, e o SAPO ainda não é líder de mercado, havendo vamos supor, 150.000 Blogs no Blogspot, mais 50.000 espalhados por outros sítios, estamos a falar de mais de um quarto de milhão de pessoas que, em Portugal, têm Blogs. São uma vergonha, estas pessoas? São indignas? São classificadas abaixo das cartas anónimas (que o senhor procurador lê por obrigação)?

Penso que o senhor Procurador precisa de ser mais bem informado sobre o que é um Blog, para que serve e como se usa. Talvez com umas noções básicas acerca do tema não dissesse os disparates que disse, e não tratasse tão mal uma parte significativa de portugueses, que ele deveria servir.

Eu não me importo de esclarecer o senhor Procurador, se ele estiver interessado em aprofundar esta questão, e em actualizar-se, portanto, em transporta-se para a era em que vivemos.

Se não estiver interessado, ao menos veja este trabalho do Enrique Dans(e substitua "empresa" por "procuradoria"):

DGV, feriados, pontes e tolerância (pouca).

A matrícula do meu carro foi pedida na 2ª feira.

Habitualmente, as matrículas demoram 2 dias a chegar, depois de ter sido feito o pedido.

Esta semana, por causa do feriado e do tolerância de ponto (que ainda me hão-de explicar exactamente porque é que lhe chamam tolerância de ponto, devia ser chamada, mais realisticamente de, baldarmo-nos da parte da tarde), dizia eu que, por causa do feriado e da tolerância de ponto, os senhores da DGV decidiram começar logo no início da semana a imbuir-se do espírito de fim-de-semana grande, e basicamente, não fizeram nenhum.

Portanto, não pude ir buscar o carro hoje, e vou ter de esperar por 2ª feira.

A não ser que.....os senhores da DGV, ainda impregnados do espírito do fim-de-semana, decidam passar mais uns tempos sem fazer nenhum.

Proposta para o governo. Criem prazos razoáveis para este tipo de coisas, e multem as instituições que não cumpram os prazos ou, em alternativa, criem prazos, e as instituições que não cumprem os prazos, não têm cá direito a tolerâncias de pontos ou quaisquer outros privilégios (leia-se, baldas) a que não tenham legalmente direito.

E tenho mais uma proposta para o governo, que renderá ao estado mais €€€ do que os impostos, e ainda por cima, sobre um tema que me é caro, mas isso fica para outro post.

Retomando a temática habitual deste Blog

Se os veículos particulares, ao circularem nas faixas reservadas aos transportes públicos, estão a cometer uma infracção, porque é que o contrário não é verdade?

Porque é que raio os /&%(/)&%$ dos taxistas podem circular nas "nossas" faixas à vontade?

Porque, enquanto eu, utilizadora dos transportes públicos de grande porte, consigo tolerar um autocarro na "minha " faixa (só e quando há uma mudança de direcção que o justifique), já não percebo porque raio os taxistas têm livre trânsito para andarem de um lado para o outro sem justificação visível.

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