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Currículo vitae

por jonasnuts, em 13.03.08
Nunca liguei muito a este documento (que agora até tem um padrão europeu muito apreciado ou pelo menos, muito usado). Não sou de ter o meu currículo actualizado ao detalhe, com uma lista infinita de cursos e acções de formação, hobbies, preferências, escola primária, e demais preciosidades. O meu CV mais formal diz o essencial. Se quiserem aprofundar, marca-se uma entrevista.

Há algum tempo pediram-me uma biografia (imagine-se), mas o estilo era livre. Fui ver as biografias ao lado das quais iria estar a minha e não percebi. Era tudo malta nova, certamente com um qualquer complexo de jogadores de football frustrados porque falavam de si próprios na terceira pessoa, e era tudo muito formal, muito cinzento, muito monótono. Optei por escrever a minha num tom descontraído.

Mais recentemente, e para algo que é informal, mas que terá certamente alguma pompa e circunstância, pediram-me de novo estes elementos. Pensei um bocadinho e, pressionada pela falta de tempo, fui à cata da tal biografia, e enviei-a. Expliquei que era informal, mas que eu sou, de facto, uma pessoa informal e sem a mania das grandezas.

A resposta chegou, rápida. É muito giro, mas é muito diferente do resto dos participantes, posso editar?

Pois com certeza que pode. Noblesse oblige.

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3 comentários

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De Marco a 13.03.2008 às 23:06

Já começava a pensar que o erro era meu, nunca percebi essa coisa de termos de escrever o nosso CV na 3ª pessoa. E ninguém sabe explicar o porquê - "mas é assim, são as normas." - é o que me dizem sempre.
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De Rui Cruz a 13.03.2008 às 23:25

Não me queres mandar para tirar ideias?

ruicruz@forunsbb.com


Pode ser depois de vires de Paris. Boa sorte com a chuva. :)



Rui
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De António Manuel Dias a 13.03.2008 às 23:58

Tive de ir ver a lista de biografias para confirmar e tens razão, os que escrevem na primeira pessoa são a excepção, não a regra. Estranho.

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