Segunda-feira, 29 de Outubro de 2007
O impacto da comunicação social no quotidiano lisboeta
Não sei se será assim nas outras cidades, mas em Lisboa é o que constato.
Com o advento (adoro esta palavra) dos jornalinhos grátis, já não chegava os distribuidores (sempre gente muito bem apessoada) colocarem-se nos pontos estratégicos de entrada e saída de transportes públicos. Não. Eles querem ir mais longe, quer chegar à classe A, AB e C, e por isso, colocam-se estrategicamente nos semáforos. E toca de distribuir os jornalinhos pelos carros que estão parados.
Acho muito bem, não teria nada contra, não fosse o facto dos carros ficarem, muitas vezes, à espera que chegue o ardina improvisado. E ficam parados mesmo que já possam andar. Tendo em conta que há sítios onde há ardinas de 3 jornais diferentes, e que os carrinhos ficam à espera que lhes chegue aquela preciosa (e nada redundante) fonte de informação, o impacto é grande. No trânsito, no meu estado de espírito, e na minha buzina.
Toscos.
De
iznogoud a 29 de Outubro de 2007 às 14:41
E nem há necessidade de esperar uma vez que em qualquer parte de Lx existem esses ardinas com um desses jornais para oferecer. A não ser que queiram ler durante a condução.
Pois, pelo menos aí ficam com a informação à borlix. Por cá ainda é mais os Bombeiros e a única coisa que oferecem é um autocolante do tamanho de um selo, verde fluorescente.
Vale tudo para pedinchar. Há muitas formas de roubar, e algumas bem às claras e até sinalizadas com coletes.
De
iznogoud a 30 de Outubro de 2007 às 10:26
E ninguém se queixa com a proliferação de romenos nos semáforos de Lisboa, só com aqueles que recebem algum dinheiro para distribuir os jornais à borla.
Comentar post