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Não sei se será assim nas outras cidades, mas em Lisboa é o que constato.

Com o advento (adoro esta palavra) dos jornalinhos grátis, já não chegava os distribuidores (sempre gente muito bem apessoada) colocarem-se nos pontos estratégicos de entrada e saída de transportes públicos. Não. Eles querem ir mais longe, quer chegar à classe A, AB e C, e por isso, colocam-se estrategicamente nos semáforos. E toca de distribuir os jornalinhos pelos carros que estão parados.

Acho muito bem, não teria nada contra, não fosse o facto dos carros ficarem, muitas vezes, à espera que chegue o ardina improvisado. E ficam parados mesmo que já possam andar. Tendo em conta que há sítios onde há ardinas de 3 jornais diferentes, e que os carrinhos ficam à espera que lhes chegue aquela preciosa (e nada redundante) fonte de informação, o impacto é grande. No trânsito, no meu estado de espírito, e na minha buzina.

Toscos.

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3 comentários

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De iznogoud a 29.10.2007 às 14:41

E nem há necessidade de esperar uma vez que em qualquer parte de Lx existem esses ardinas com um desses jornais para oferecer. A não ser que queiram ler durante a condução.
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De a. almeida a 29.10.2007 às 19:31

Pois, pelo menos aí ficam com a informação à borlix. Por cá ainda é mais os Bombeiros e a única coisa que oferecem é um autocolante do tamanho de um selo, verde fluorescente.

Vale tudo para pedinchar. Há muitas formas de roubar, e algumas bem às claras e até sinalizadas com coletes.
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De iznogoud a 30.10.2007 às 10:26

E ninguém se queixa com a proliferação de romenos nos semáforos de Lisboa, só com aqueles que recebem algum dinheiro para distribuir os jornais à borla.

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