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Jonasnuts

É melhor que nada

O título deste post é uma frase em que tenho tropeçado com mais frequência do que a desejável, desde que entrei no mercado de trabalho, há quase 20 anos.

Nas várias áreas em que tenho trabalhado (produção de eventos, publicidade, internet), é invariável o argumento "é melhor isso do que nada", quando surge uma dificuldade, ou quando aparece um obstáculo aparentemente intransponível.

Foi, desde sempre, uma frase que me fez confusão. Pode, em casos pontuais, fazer algum sentido, mas é na excepção, e não na regra. Contentamo-nos demasiadas vezes com o "é melhor que nada" e de tão habituados, já nem questionamos.

Mas, na realidade, muitas vezes é melhor não termos nada do que disponibilizarmos um produto/serviço pobre, que não acrescenta absolutamente nada ao que a concorrência já faz há anos, que não inova e que é "pobrezinho mora longe".

Uma coisa é lançar um serviço em Beta, para potenciar feedback dos utilizadores, ou organizar um focus group à volta de um novo produto que ainda precisa de ser limado.

Mas quando lançamos, é bom que faça, pelo menos, o que a concorrência já faz, de preferência melhor ou mais rapidamente. É bom que vá de encontro às necessidades e às expectativas do target a que se dirige, é bom que sirva para mais do que encher chouriços e acrescentar ao portfollio de produtos/serviços.

Às vezes, não ter nada é substancialmente melhor do que ter um produto de merda.

E um destes dias vou debruçar-me sobre o "é o que há".

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